Em período pré-eleitoral, o Governo foi previsivelmente comedido nas medidas anunciadas ontem no sentido de controlar o expectável agravamento de casos Covid-19, versão Ómicron, na época de Natal e de Ano Novo.

Os suspeitos do costume – restaurantes, bares, discotecas e restante hotelaria – voltam a ser os mais penalizados, embora em menor intensidade que num passado recente.

A maior dificuldade dos portugueses será cumprir os egrégios desejos de António Costa. O primeiro-ministro pede para reforçarmos a testagem, mas não garante testes suficientes nas farmácias. E convoca-nos para tomarmos vacinas, mas invoca o direito ao descanso dos profissionais de saúde em tempo de agravamento pandémico e encerra centros de vacinação.

Querer ‘sol na eira e chuva no nabal’ é um exercício intrincado que, em tempo de pandemia, pode ser fatal.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

*

code