Afinal, podemos ou não morrer se levarmos uma bofetada? A resposta

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Desde domingo que não se fala de outra coisa: a 94.ª cerimónia dos Óscares no Dolby Theatre, em Los Angeles. O motivo, porém, é tudo menos feliz: a insólita bofetada de Will Smith a Chris Rock, quando este fez uma piada sobre Jada Pinkett Smith, a mulher de Smith, que sofre de alopecia. Num ‘tweet’, que entretanto foi apagado, o comediante Judd Apatow chegou mesmo a referir que o ator premiado “poderia ter matado” Rock, o anfitrião. Terá esta afirmação um fundo de verdade?

A este respeito, apesar da chuva de críticas, Apatow não está assim tão longe da realidade. Existem registos de pessoas que faleceram após uma bofetada no rosto, ainda que em condições muito diferentes, como lembra o portal Futurism. Em 2017, um homem viria a falecer no estado americano da Georgia depois de um estalo lhe ter rompido as artérias do rosto, provocando uma hemorragia cerebral.

Em 2014, um canadiano foi preso por esbofetear a filha de 13 anos. No mesmo ano, um jovem nova-iorquino deu uma estalada fatal a um turista italiano, e, em 2015, um estudo associou a morte de uma septuagenária a um estalo na bochecha.

Mais tarde, em 2016, a polícia britânica deteve vários suspeitos após a morte de uma mulher num evento de medicina alternativa. A prometida ‘cura’ era à base estalos. Em 2019, essa mesma terapia matou uma pessoa na Austrália e levou o suposto curandeiro à prisão. 

Há um ano, uma simulação respondeu à pergunta que, muito provavelmente, nunca se imaginou a fazer: é possível cozinhar um frango com um estalo? A resposta, pasme-se, é afirmativa. Para tal, teria de mover a sua mão a uma velocidade de quase seis mil quilómetros por hora.