João Jardim julgado por injúrias e abuso de liberdade imprensa

Alberto João Jardim, ex-presidente do Governo regional da madeira começa, hoje, a ser julgado pelos crimes de difamação, injúrias e abuso de liberdade de imprensa contra o historiador e militante do PS, António Fernandes Loja.
João Jardim responde pelas expressões por si utilizadas em dois artigos de opinião – sob o título “A loja dos rancores” – publicados no Jornal da Madeira a 23 e 26 de novembro de 1994 e consideradas por António Loja “atentatórias do seu bom nome, honra e consideração”.
“Era marxista há menos de oito dias, agora é só interpretação histórica”; “tão pirado que não vê as próprias grosserias e descobre-as nos outros”; “não fui eu que andei com perseguições após o 25/4 [25 de Abril]”; “nunca andei a espreitar funcionários policialmente”; “a criatura endoidou”; “ordinarote” e “o homenzinho, ao ler isto, caem-lhe mais três dentes, dois de raiva e um de senilidade” foram algumas das expressões e frases utilizadas pelo então líder madeirense, segundo a acusação.

Fonte: Rádio94FM




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